Família


FAMÍLIA: CONCEITO SECULAR E ESPÍRITA

Conceito Secular: "Pessoas aparentadas, que vivem, geralmente na mesma casa, particularmente pai, mãe e filhos.

Conceito Espírita: "A família consanguínea é uma reunião de almas em processo de evolução, reajuste, aperfeiçoamento ou santificação."


"...na esfera do grupo consanguíneo, o espírito reencarnado segue ao encontro dos laços que teceu para si próprio..."


"Em família temos aqueles que permanecem com conosco para o nosso amor e aqueles que se desmoronam conosco para a nossa dor."


Fonte: "Família escola  da alma" - Giva de Freitas  Teixeira Oliveira - Edição UEM






 Violência em Família


 Equilíbrios e desequilíbrios da vida em família e em sociedade
[...] O momento pelo qual passa a humanidade na Terra é muito grave. Estamos presenciando uma verdadeira avalanche de inversão de valores.
Neste processo , a família tem sido uma das instituições mais atingidas, gerando um movimento de desagregação da estrutura familiar jamais visto. Temos tido na mídia notícias de pais matando filhos, filhos matando pais, irmãos se matando, sem contar com o número cada vez maior de famílias desestruturadas pela facilidade com que o divórcio vem se alastrando em nosso meio como solução “fácil” para os problemas de relacionamento. O problema das drogas vem crescendo entre os adolescentes e até entre crianças, fruto da desagregação familiar, onde cada vez mais existem órfãos de pais vivos. Pessoas vivendo sob o mesmo teto cultivando ódios e ressentimentos..., enfim, percebemos com tudo isso que a família corre um grande perigo [...]
Fonte:Apostila Projeto Família – Aliança Espírita Mineira – DPTO de Família – 2010 MG
Base Evangélica:
Se não amardes senão aqueles que vos amam, que recompensa tereis, uma vez que as pessoas de má vida amam também aqueles que as amam? E se não fazeis o bem senão àqueles que vo-lo fazem, que recompensa tereis, uma vez que as pessoas de má vida fazem a mesma coisa? E se vós não emprestais senão àqueles de quem esperais receber o mesmo favor, que recompensa tereis, uma vez que as pessoas de má vida se emprestam mutuamente para receber a mesma vantagem? Mas, por vós, amai vossos inimigos, fazei o bem a todos, e emprestais sem disso nada esperar, e então vossa recompensa será muito grande, e sereis os filhos do Altíssimo, que é bom para os ingratos e mesmo para os maus. Sede, pois, cheios de misericórdia, como vosso Deus é cheio de misericórdia.
Fonte:Evangelho Segundo Lucas 6:32 a 36
                                    O Evangelho Segundo o Espiritismo        
O ódio
Amais uns aos outros e sereis felizes. Sobretudo, tomai a tarefa de amar aqueles que vos inspiram indiferença, ódio e desprezo. O Cristo, de quem deveis fazer o vosso modelo, vos deu o exemplo deste devotamento; missionário de amor, amou até dar o seu sangue e a própria vida. O sacrifício que vos obriga a amar aqueles que vos ultrajam e vos perseguem é penoso; mas, é precisamente isso que vos torna superiores  a eles; se vós os odiais como vos odeiam, não valeis mais do que eles; é a hóstia sem mancha ofertada a Deus sobre o altar de vossos corações, hóstia de agradável aroma cuja os perfumes sobem até ele. Ainda que a lei do amor queira que se ame indistintamente a todos os irmãos, não endurece o coração contra os maus procedimentos; ao contrário, é a mais penosa prova, eu o sei, uma vez que durante minha última existência terrestre, experimentei essa tortura; mas Deus lá está, e pune nesta vida e na outra aqueles que faltam à lei de amor.Não vos esqueçais meus caros filhos, que o amor nos aproxima de Deus, e que o ódio nos afasta dele. 
(Fénelon, Bordéus, 1861)
Desequilíbrios
  ESE/Capítulo XXVIII, Preces, item 81
A obsessão é a ação persistente que um mau Espírito exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, desde a simples influência moral, sem sinais exteriores sensíveis, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Ela oblitera todas as faculdades medianímicas; na mediunidade escrevente, se traduz pela obstinação de um Espírito em se manifestar,  com exclusão de todos os outros.
Os maus Espíritos pululam ao redor da Terra, em consequência da inferioridade moral dos seus habitantes. Sua ação malfazeja faz parte dos flagelos dos quais a Humanidade é o alvo neste mundo. A obsessão, como as doenças, e todas as tribulações da vida, deve, pois, ser considerada como uma prova ou uma expiação, e aceita como uma prova ou uma expiação, e aceita como tal.
Da mesma forma que as doenças são o resultado de imperfeições físicas que tornam o corpo acessível às influências perniciosas exteriores, a obsessão é sempre o resultado de uma imperfeição moral que o expõe a um mau Espírito. Uma causa física se opõe uma força física:a uma causa moral, é preciso opor uma força moral. Para se preservar das doenças, fortifica-se o corpo; para se garantir da obsessão, é preciso fortalecer a alma; daí, para o obsidiado, a necessidade de trabalhar pela sua própria melhoria, o que basta, o mais frequentemente, para livrá-lo do obsessor, sem o socorro de pessoas estranhas. Esse socorro torna-se necessário quando a obsessão degenera em subjugação e em possessão, porque, então, o paciente perde, por vezes, a sua vontade e o seu livre-arbítrio.
A obsessão é quase sempre resultado de uma vingança exercida por um Espírito, e que, o mais frequentemente, tem sua origem na relações que o obsidiado teve com ele numa precedente existência. (Veja Cap.X, nº6; Cap.XII, nºs 5 e 6)
Nos casos de obsessão grave, o obsidiado está como envolvido e impregnado de um fluido pernicioso que neutraliza a ação dos fluidos salutares e os repele. É desse fluido que é preciso desembaraçá-lo; ora, um mau fluido não pode ser repelido por um mau fluido. Por uma ação idêntica à do médium curador nos casos de doenças, é preciso expulsar o fluido mau com a ajuda de um fluido melhor que produza, de alguma sorte, o efeito de um reativo. Essa é a ação mecânica, mas que não basta; é preciso também, e sobretudo, agir sobre o ser inteligente com o qual é preciso ter o direito de falar com autoridade, e essa autoridade não é dada senão pela superioridade moral, quanto mais esta é grande, maior é a autoridade.
Ainda não é tudo; para assegurar a libertação, é preciso levar o Espírito perverso a renunciar aos seus maus desígnios; é preciso fazer nascer nele o arrependimento e o desejo do bem,  com a ajuda de instruções habilmente dirigidas, nas evocações particulares feitas com vistas à sua educação moral; então, pode-se ter a dupla satisfação de livrar um encarnado e converter um Espírito imperfeito.
A tarefa torna-se mais fácil quando o obsidiado, compreendendo a sua situação, traz seu concurso de vontade e prece; não ocorre assim quando este, seduzido pelo Espírito enganador, ilude-se sobre as qualidades daquele que o domina, e se compraz no erro em que este último o mergulha; porque então, longe de secundar, ele repele toda assistência. É o caso da fascinação, sempre infinitamente mais  rebelde do que a subjugação mais violenta. (LM,Cap.XXIII).
Em todos os casos de obsessão, a PRECE é o mais poderoso auxiliar para agir contra o Espírito obsessor.
O Equilíbrio
O Consolador – Terceira parte – Religião
Questão 260. Em face da Ciência e da Filosofia como interpretar a Religião nas atividades da vida?
Religião é o sentimento Divino, cuja  exteriorizações são sempre o Amor, nas expressões mais sublimes. Enquanto a Ciência e a Filosofia operam o trabalho da experimentação e do raciocínio, a Religião edifica e ilumina os sentimentos.
As primeiras se irmanam na Sabedoria, a segunda personifica o Amor, as duas asas divinas com que a alma humana penetrará, um dia, nos pórticos sagrados da espiritualidade.
Emmanuel



Enfoque: Diga não a Violência
Equilíbrio e desequilíbrio da vida em família e em sociedade
“O Movimento Espírita tem oferecido, através de cursos e encontros, grandes oportunidades para discussão de problemas relacionados á família, desde os mais simples até os mais complexos - Nessas discussões, ou melhor, nesse processo de socialização, os componentes das famílias trocam experiências, dividindo suas dúvidas, multiplicando sua capacidade para bem conviver. Os argumentos que a Doutrina oferece são convincentes, porque analisam problemas numa relação de causa e efeito, à luz da reencarnação.”
Violência: Constrangimento físico e moral. Uso da força; coação.
Violento:É aquele que age com ímpeto; impetuoso. Que faz uso da força bruta
Equilíbrio: Estabilidade mental e emocional. Moderação, prudência, autocontrole.
Desequilíbrio: Anomalia psíquica, que se caracteriza, essencialmente, pela variabilidade de humor, emotividade excessiva e instabilidade geral que leva a inadaptação social.
Família: Pessoas aparentadas, que vivem, em geral, na mesma casa, particularmente, o pai, a mãe e os filhos.
Sociedade: Relação entre pessoas; vida em grupo; participação, convivência, comunicação.
Família na visão espírita
“A família é o laboratório de vivências das mais expressivas de que necessita o ser humano.”
Joanna de Ângelis
Sermão da Montanha Mateus 5:4 e 9
Bem-aventurados os mansos porque herdarão a Terra;
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados de filhos de Deus.
A nova Lei é superior que a antiga
A Lei Nova
Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás; aquele que matar terá de responder no tribunal. Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, terá de responder no tribunal; aquele que chamar ao seu irmão de ‘Cretino!’ estará sujeito ao julgamento do  conselho; aquele que lhe chamar ‘renegado’ será condenado ao fogo do inferno.
 Mateus 5: 21 e 22
A Lei Antiga
  1. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis outros deuses estrangeiros diante de mim. ..
  2. Não tomeis em vão o nome do Senhor vosso Deus.
  3. Lembrai-vos de santificar o dia de Sábado.
  4. Honrai o vosso pai e vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na Terra, que o Senhor vosso Deus vos dará.
  5. Não matareis.
  6. Não cometereis adultério.
  7. Não furtareis.
  8. Não prestareis falso testemunho contra vosso  próximo.
  9. Não desejareis a mulher do vosso próximo.
  10. Não desejareis a  casa do vosso próximo, nem seu servidor, nem serva, nem seu boi, nem seu asno, nem nenhuma de todas as coisas que lhe pertencem.
Êxodo 20: 1 a 1
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
132 – Qual o objetivo da encarnação? L.E.
“Deus lhes impõe encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, tem que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação....”
167 – Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. “
Evangelho Segundo Mateus 5:4,9,21 e 22
Bem-aventurados aqueles que são brandos, porque eles possuirão a Terra.Bem-aventurados os pacíficos, porque eles serão chamados filhos de Deus.Aprendestes o que foi dito aos Antigos: Não matareis, e todo aquele que matar merecerá ser condenado pelo julgamento. Mas eu vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão merecerá ser condenado pelo julgamento; que aquele que se disser ao seu irmão Racca, merecerá ser condenado pelo conselho; e que aquele que lhe disser: sois louco, merecerá ser condenado ao fogo do inferno.
“Por essas máximas, Jesus faz da doçura, da moderação, da mansuetude, da afabilidade e da paciência uma Lei.”
ESE,cap. IX/Allan Kardec
A Cólera
O orgulho vos induz a julgar-vos mais do que sois; a não suportardes uma comparação que vos possa rebaixar; a vos considerardes, ao contrário, tão acima dos vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer  mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. Que sucede então? – Entregai-vos à cólera.
Em seu frenesi, o homem colérico a tudo se atira: à natureza bruta, aos objetos  inanimados, quebrando-os porque lhe não obedecem. Ah! se nesses momentos pudesse ele observar-se a sangue-frio, ou teria medo de si próprio, ou bem ridículo se acharia! Imagine ele por aí que impressão produzirá nos outros. Quando não fosse pelo respeito que deve a si mesmo, cumpria-lhe esforçar-se por vencer um pendor que o torna objeto de piedade.
Se ponderasse que a cólera a nada remedeia, que lhe altera a saúde e compromete até a vida, reconheceria ser ele próprio a sua primeira vítima. Mas, outra consideração, sobretudo, deverá contê-lo, a de que torna infelizes todos os que o cercam. Se tem coração, não lhe será motivo de remorso fazer que sofram os entes a quem mais ama? E que pesar mortal se, num acesso de fúria, praticasse um ato que houvesse de deplorar toda a sua vida!
Ò  Fácil é o entusiasmo do primeiro impulso...
Ò  Comum é o desencanto da terceira hora...
     Ao lado de alguém que nos subestima ...

PACIÊNCIA
 
     Entre as dores que nos chegam ...
     Ante ao rebelde que nos atormenta...
Joanna de Ângelis/Convite a
Paciência
“Guardar o silêncio, quando preciso, mas falar sempre que necessário, a desfazer enganos e a limpar raciocínios, entendendo, porém, que Jesus não nos confiou a verdade para transformá-la numa pedra sobre o crânio alheio e sim num clarão que oriente aos outros e alumine a nós.”
Emmanuel/Livro da Esperança
A prudência é atitude de sabedoria.
Ò  Prudência no falar,
Ò  Prudência no agir,
Ò  Prudência quando pensar.
Pensar refletindo predispõe a ouvir,  acostumando a ver, criando o hábito de ponderar para então, chegar às legítimas conclusões em torno dos veros problemas da vida.
Convite a Paciência
Encetada a jornada do bem, haja o que haja, insiste e persevera. Não desfaleças na fé. Resigna-te por hoje, recordando que amanhã tudo se modificará. Se estiveres sob o jugo das dores e padecimentos, ingratidões e perseguições injustos, serão injustos somente na aparência, pois o que procedem do teu ontem, em regime de cobrança, para melhor estabilidade do teu amanhã.
Convite a Resignação
Encetada a jornada do bem, haja o que haja, insiste e persevera. Não desfaleças na fé. Resigna-te por hoje, recordando que amanhã tudo se modificará. Se estiveres sob o jugo das dores e padecimentos, ingratidões e perseguições injustos, serão injustos somente na aparência, pois o que procedem do teu ontem, em regime de cobrança, para melhor estabilidade do teu amanhã.
“A palavra família reaviva em nós as sensações de segurança e aconchego, tal a importância do grupo familiar com estrutura capaz de nos sustentar nas lutas da vida.”
Fonte: “O melhor é viver em família” 

Fontes de consultas:O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Livro da Esperança, O Sermão da Montanha, O Livro dos Espíritos, Convites da Vida
 Em família
 A família consangüínea é a lavoura de luz da alma, dentro da qual triunfam somente
aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade.
De quando a quando, o amor nos congrega, em pleno campo da vida, regenerando-nos a
sementeira do destino.
Geralmente, não se reúnem a nós os companheiros que já demandaram à esfera
superior, dignamente areolados por vencedores, e sim afeiçoados menos estimáveis de
outras épocas, para restaurarmos o tecido da fraternidade, indispensável ao agasalho de
nossa alma, na jornada para os cimos da vida.
Muitas vezes, na condição de pais e filhos, cônjuges ou parentes, não passamos de
devedores em resgate de antigos compromissos.
Se és pai, não abandones teus filhos aos processos evolutivos da natureza animal, qual
se fora menos digno de atenção que a hortaliça da tua casa.
A criança é um "trato de terra espiritual " que devolverá o que aprende, invariavelmente,
de acordo com a sementeira recebida.
Se és filho, não desprezes teus pais, relegando-os ao esquecimento e subestimando-lhes
os corações, como se estivessem em desacordo com os teus ideais de elevação e
nobreza, porque também, um dia, precisarás da alheia compreensão para que se te
aperfeiçoe na individualidade a região presentemente menos burilada e menos atendida.
A criatura no acaso da existência é o espelho do teu próprio futuro na Terra.
Aprende a usar a bondade, em doses intensivas, ajustando-a ao entendimento e à
vigilância para que a tua experiência em família não desapareça no tempo, sem proveito
para o caminho a trilhar.
Quem não auxilia a alguns, não se acha habilitado ao socorro de muitos.
Quem não tolera o pequeno desgosto doméstico, sabendo sacrificar-se com
espontaneidade e alegria, a benefício do companheiro de tarefa ou de lar, debalde se
erguerá por salvador de criaturas e situações que ele mesmo desconhece.
Cultiva o trabalho constante, o silêncio oportuno, a generosidade sadia e conquistarás o
respeito dos outros, sem o qual ninguém consegue ausentar-se do mundo em paz
consigo mesmo.
Se não praticas no grupo familiar ou no esforço isolado a comunhão com Jesus, não te
demores a buscar-lhe a vizinhança. a inspiração e a diretriz.
Não percas o tesouro das horas em reclamações improfícua ou destrutivas.

Procura entender e auxiliar a todos em casa, para que todos em casa te entendam e
auxiliem na luta cotidiana, tanto quanto lhe seja possível.
O lar é o porto de onde a alma se retira para o mar alto do mundo, e quem não transporta
no coração o lastro da experiência dificilmente escapará ao naufrágio parcial ou total.
Procura a paz com os outros ou a sós.
Recorda que todo dia é dia de começar.
Fonte: Família/Emmanuel


Livros Indicados para os Pais na contribuição da educação dos filhos
 Diversos assuntos:pais/filhos/família


1)EVANGELHO NO LAR “a luz do espiritismo”
– Autor(a):Maria T. Compri
Hoje, a família Espírita recebe o livro que faltava, “Evangelho no lar
à Luz do Espiritismo”, obra baseada na Biblia Sagrada, porém
esclarecida à Luz da Doutrina Espirita.
2) UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA 1
Autor: Joamar Zanolini Nazareth
3) UM DESAFIO CHAMADO FAMÍLIA 2
Autor: Joamar Zanolini Nazareth
Este livro é uma importante contribuição aos homens e mulheres
desejosos de equacionar as intrincadas relações pais-filhos-familia
ante o cotidiano na atualidade.Assuntos essenciais como:televisão,
internet, tóxicos, namoro,homossexualidade, gravidez na
adolescência, divórcio, religião e outros, são abordados com
clareza e objetividade.
4) SOS FAMÍLIA
- Autor:Divaldo Franco - Joanna de Ângelis e Diversos
Espíritos
“ A família, na condição de grupo consangüíneo, está formulando
um vigoroso pedido de socorro à sociedade em geral”, afirma o
Espírito Joana de Angelis no prefácio deste livro, no qual os
organizadores, muito oportunamente,reuniram vários
esclarecimento e orientações......
5) CONSTELAÇÃO FAMÍLIAR
- Autor: Divaldo Franco pelo Espírito Joana de Ângelis
O destino da sociedade está indissoluvelmente ligado ao destino
da família, pois esta constitui a base, o alicerce onde se inicia a
experiência da fraternidade universal. Nesta Obra, Joana de
Ângelis nos oferece, através de trinta temas, profundos reflexões
sobre mecanismo de desenvolvimento espiritual e moral do ser
humano, destacando a importância da família(pelo laços corporais
e espirituais)........
6) EDUCAÇÃO ESPÍRITA DE NOSSOS FILHOS
–Autor: Geziel Andrade
Mais que um livro, este é um guia prático para educação dos
nossos filhos, não apenas do infante, mas do adolescente, do
universitário e uma obra para a educação do Espírito.


O Culto Cristão no Lar


O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte, onde o
cristianismo lança raízes de aperfeiçoamento e sublimação.
A Boa Nova seguiu da manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de
Simão Pedro para a glorificação de Pentecostes.
A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o tato simples de Nazaré e, certo, se fará
ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no circulo dos nossos familiares e
afeiçoados, com os quais devemos atender as obrigações que nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibra entre as quatro paredes de um templo doméstico, os
pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calunia é isolada no algodão do silêncio.
A enfermidade é recebida com calma.
O erro alheio obtém compaixão.
A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E ai, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a beneficio deles e dos outros, o
estimulo é cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e
entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a senha de cada um e
a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para
distribuir o pão divino da Boa Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento
amigo e o conselho santificante aos companheiros da ramagem humana em todas as
circunstâncias.
Não olvides, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos
cabe o exemplo da paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom animo, sob o
reinado legitimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que
constituem o testamento da luz, somos cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas
vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa
vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e a apreciação de todos, sem
necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.
Emmanuel/Luz no Lar



Nasce a criança, trazendo consigo o patrimônio moral que lhe marca a individualidade antes do renascimento no plano físico; no entanto, receberá os reflexos dos pais e dos mestres que lhe imprimirão à nova chapa cerebral as imagens que, em muitas ocasiões, lhe influenciarão a existência inteira.
Indiscutivelmente, a instrução espera-lhe o espírito em nova fase, enriquecendo-lhe o caminho nesse ou naquele mister; contudo, importa reconhecer que a palavra escrita, em confronto com a palavra falada ou com o exemplo direto, revela poderes de repercussão menos vivos, mormente quando torturada entre os preconceitos da forma gramatical.
É que a voz e a ação prática jazem impregnadas do magnetismo indutivo que se desprende da reflexão imediata, operando significativas transformações para o bem ou para o mal, segundo a natureza que lhes personaliza as manifestações.
As crianças confiadas na Terra ao nosso zelo são portadoras de aparelhagem neuro-cerebral completamente nova em sua estrutura orgânica, à feição de câmara fotográfica devidamente habilitada a recolher impressões. A objetiva, que na máquina dessa espécie é constituída por um sistema lentes apropriada, capaz de colher imagens correta sobre recursos sensíveis, é representada na mente infantil por um espelho renovado em que se conjugam visão e observação, atenção e meditação por lentes da alma, absorvendo os reflexos das mentes que a rodeiam e fixando-os em si própria, como elementos básicos de conduta.
Os pequeninos acham-se, deste modo, à mercê dos moldes espirituais dos que lhes tecem o berço ou que lhes asseguram a escola, assim como argila frágil e viva ante as idéias do oleiro.
Não podemos, pois, esquecer na Terra que nossos filhos, embora carreando consigo a sedimentação das experiências passadas, em estágios anteriores na gleba fisiológica, são companheiros que nos retomam transitoriamente o convívio, quase sempre para se reajustarem conosco, aos impositivos da Lei Divina, necessitados, quanto nós mesmos, de provas e ensinamentos, no que tange ao trabalho da regeneração desejada.
Excetuados aqueles que transcendem os nossos marcos evolutivos, à face da missão particular de que se investem na renovação do ambiente comum, todos eles nos sofrem os reflexos, assimilando impressões entranhadamente perduráveis que, às vezes, lhes acompanham os passos desde a meninice até a morte do corpo denso.
Tratá-los à conta de enfeites do coração será induzi-los a funestos enganos, porquanto, em se tornando ineficientes para a luta redentora, quando se lhes desenvolve o veículo orgânico facilmente se ajustam ao reflexo dominante das inteligências aclimatadas na sombra ou na rebeldia, gravitando para a influência do pretérito que mais deveríamos evitar e temer.
É assim que toda criança, entregue à nossa guarda, é um vaso vivo a arrecada-nos as imagens da experiência diária, competindo-nos, pois, o dever de traçar-lhe noções de justiça e trabalho, fraternidade e ordem, habituando-a, desde cedo, à disciplina e ao exercício do bem, com a força de nossas demonstrações, sem, contudo, furtar-lhe o clima de otimismo e esperança. Acolhendo-a, com amor, cabem-nos os reflexos, troféu que nos retratará no grande futuro, no qual passaremos todos igualmente a viver, na função de herdeiros das nossas próprias obras.
Fonte: Pensamento e Vida - Emmanuel




 A escola do coração
O lar, na essência, é academia da alma.
Dentro dele, todos os sentimentos funcionam por matérias educativas.
A responsabilidade governa. A afeição inspira.
O dever obriga. O trabalho soluciona.
A necessidade propõe. A cooperação resolve.
O desafio provoca. A bondade auxilia.
A ingratidão espanca. O perdão balsamiza.
A doença corrige. O cuidado preserva.
O egoísmo aprisiona. A renúncia liberta.
A ilusão ensombra. A dor ilumina.
A exigência destrói. A humildade refunde.
A luta renova. A experiência edifica.
Todas as disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração, erguendo entes amados à condição de professores do espírito.
E somente nela conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira fraternidade que nos irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus.
Emmanuel/Seara dos Médiuns


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